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Sessão extra da CPMI do INSS votará convocação de sócios e familiares do “Careca” e de Camisotti

A CPMI do INSS realizará uma sessão extra nesta terça-feira (16), às 14h, no Senado Federal, para votar em regime de urgência seis requerimentos de convocação de testemunhas. A decisão foi tomada em reunião entre o presidente da Comissão, senador Carlos Viana, o relator Alfredo Gaspar, o vice-presidente e líderes do governo e da oposição. Entre os nomes que serão chamados a depor estão: Segundo o presidente da CPMI, a convocação é uma resposta à ausência de investigados que haviam se comprometido a comparecer, mas desistiram de última hora, como por exemplo o “Careca do INSS”.  “Estamos aqui para dar uma resposta ao povo brasileiro. A CPMI tem poder de polícia e não vamos permitir que os acordos firmados sejam desrespeitados”, afirmou Carlos Viana. A expectativa é que os depoimentos já comecem nesta quinta-feira (18). A Comissão busca esclarecer o envolvimento de empresas e pessoas físicas em contratos e movimentações financeiras suspeitas que teriam desviado recursos da Previdência.

Careca do INSS” confirma presença em sessão da CPMI nesta segunda-feira

A sessão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS marcada para esta segunda-feira, 15 de setembro, está confirmada e terá como destaque o depoimento de Antônio Carlos Camilo, conhecido como “Careca do INSS”. Mesmo após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que permitiu a ida facultativa dos investigados à comissão, a defesa de Camilo comunicou ao colegiado que ele comparecerá voluntariamente para prestar esclarecimentos sobre o esquema de fraudes que desviou recursos da Previdência Social. Segundo o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), um esquema especial de segurança está sendo organizado pela Polícia Legislativa e pela Polícia Federal para garantir tranquilidade durante a oitiva. “Esperamos uma colaboração voluntária para que ele exponha com clareza tudo aquilo que sabe em relação ao escândalo. Nosso compromisso é esclarecer os fatos, identificar os culpados e buscar a devolução do dinheiro desviado ao Tesouro Nacional”, afirmou Viana. A expectativa é de que a fala do “Careca do INSS” traga novas revelações sobre a atuação da organização criminosa e ajude a avançar no rastreamento do dinheiro público desviado. “Não é justo com quem paga impostos simplesmente cobrir o rombo deixado por esse escândalo. Nossa missão é entregar respostas claras ao povo brasileiro”,

CPMI do INSS vai recorrer de decisão do STF que facultou presença de investigados

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, decidiu facultar a ida à CPMI do INSS dos investigados conhecidos como “Careca do INSS” e Maurício Camisotti. Diante da decisão, a Comissão, vai ingressar com mandado de segurança para solicitar a revisão do entendimento. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), defendeu a necessidade da presença dos dois presos nos trabalhos da Comissão. “É fundamental que eles compareçam para que possamos esclarecer, com mais rapidez, tudo o que aconteceu. Respeito a decisão do ministro, mas considero injustificável permitir que não venham depor”, afirmou. Carlos Viana reforçou ainda a expectativa de que o STF reveja a decisão: “Esperamos que a Corte determine a obrigatoriedade da presença dos investigados na CPMI”, concluiu.

Primeiras prisões no escândalo do INSS reforçam atuação da CPMI presidida por Carlos Viana

A atuação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS começou a dar resultados concretos. Nesta sexta-feira (12), o Supremo Tribunal Federal (STF) atendeu a um pedido apresentado pela comissão e, anteriormente pela Polícia Federal, determinou a prisão de dois dos principais investigados no esquema de fraudes contra aposentados e pensionistas: o empresário conhecido como “Careca do INSS” e Maurício Camisotti. De acordo com o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), os dois estavam “dilapidando o patrimônio e escondendo o dinheiro roubado da Previdência brasileira”. Para ele, a decisão marca um passo decisivo no combate às irregularidades que, segundo a investigação, envolvem dirigentes de sindicatos, associações e empresas de fachada que desviavam recursos públicos. “Eu não falei que não ficaria impune? Pois demos o primeiro passo. O STF aceitou nosso pedido e colocou na cadeia os responsáveis. Outros suspeitos ainda precisam ser responsabilizados e também irão para a prisão”, afirmou Viana. O senador reforçou que o trabalho da CPMI não vai parar. Segundo ele, já foi solicitado que os dois presos sejam conduzidos ao colegiado para prestar depoimento. “Eles têm muitas explicações a dar diante do povo brasileiro. A impunidade machuca, mas estamos firmes no propósito de entregar

Ex-ministro depõe na CPMI do INSS e senador Viana cobra explicações sobre encontros suspeitos

A CPMI do INSS ouviu nesta quinta-feira (11) o ex-ministro da Previdência Ahmed Mohamad Oliveira, que à época era conhecido como José Carlos Oliveira. Ele afirmou só ter tomado conhecimento dos descontos irregulares em benefícios de aposentados em 2023, após a Operação Sem Desconto, da Polícia Federal. O depoimento foi marcado por confrontos com o relator Alfredo Gaspar (União-AL), que chegou a levantar a hipótese de falso testemunho diante das respostas vagas do ex-ministro sobre reuniões com a cúpula da PF. O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), também reagiu às explicações. Para ele, é “muita coincidência” que um assessor de sindicato investigado tenha frequentado o escritório do ex-ministro em São Paulo. “Não estou levantando suspeita, mas sabemos que, pela quantidade de possibilidades, esse encontro precisa ser melhor esclarecido, especialmente a transação feita entre parentes ligados à testemunha”, declarou. Durante a sessão, Oliveira reconheceu que assinou, ainda como diretor de Benefícios do INSS, acordos de cooperação técnica (ACTs) que mais tarde foram apontados como porta de entrada para fraudes. Entre eles, convênios com a Contag e com a Ambec, entidade que, segundo a PF, movimentou R$ 231 milhões em descontos associativos. Ele afirmou que o processo de assinatura era

Aprovado projeto do senador Carlos Viana que aumenta pena para corrupção de menores

A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou na quarta-feira (10) o projeto  2.429/2024, de autoria do senador Carlos Viana (Podemos-MG), que endurece as punições para o crime de corrupção de menores. Pelo texto aprovado, a pena passará a ser de 6 a 14 anos de prisão, representando um avanço significativo em relação à legislação atual. O senador Carlos Viana justificou a necessidade da mudança afirmando que a pena atual, de apenas um a quatro anos, é branda e insuficiente para desestimular a prática criminosa. Para o senador, a lei precisa deixar claro que usar menores na prática de delitos, especialmente no tráfico de drogas, é inaceitável. “Não podemos admitir que jovens, que deveriam estar na escola ou em atividades de lazer, sejam transformados em instrumentos do crime. O endurecimento da pena é uma medida necessária para proteger nossas crianças e adolescentes”, disse Viana. O relator do projeto, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), apresentou emenda e ampliou um pouco mais a pena do projeto original. A proposta agora segue para decisão final na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal.  Com a aprovação do projeto de Carlos Viana na CDH, o Senado dá um passo importante no combate

Senador Carlos Viana reforça que CPMI vai entregar respostas à população

O depoimento do ex-ministro da Previdência Carlos Lupi à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, nesta segunda-feira (9), foi marcado por embates políticos entre governo e oposição sobre quem seria o responsável pelas fraudes no órgão. No entanto, para o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), a prioridade não é alimentar disputas partidárias, mas dar respostas à população. “O compromisso da CPMI não é com discursos político-partidários, mas com a verdade”, afirmou Viana. Segundo ele, há indícios claros de que uma organização criminosa atua dentro do INSS há vários anos, atravessando diferentes governos. “O que nós temos com muita clareza é que há uma quadrilha, ou talvez mais de uma, que existe no INSS há vários governos”, disse. O senador questionou por que, mesmo com informações disponíveis há anos, medidas não foram tomadas para barrar o esquema. “Se as informações já existiam há cinco anos, por que dois inquéritos da Polícia Federal foram arquivados? Por que providências não foram tomadas? São questões que nós queremos, ao longo dos depoimentos, responder à população”, afirmou. Durante a reunião, parlamentares de diferentes partidos apontaram responsabilidades das gestões de Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva. Lupi, por sua vez,

Auditoria da CGU revela desvios bilionários; CPMI do INSS age para punir responsáveis

A CPMI do INSS, presidida pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), avançou nesta quinta-feira (4) nas investigações sobre fraudes que resultaram em descontos indevidos em aposentadorias e pensões, estimados em cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024. A diretora de Auditoria de Previdência da Controladoria-Geral da União (CGU), Eliane Viegas Mota, apresentou detalhes das irregularidades durante seu depoimento à comissão. Segundo Eliane Viegas, em julho de 2024, a CGU havia alertado o INSS sobre o crescimento de descontos não autorizados, mas o ex-presidente do órgão, Alessandro Stefanutto, resistiu em suspender os acordos de cooperação técnica (ACTs) com associações. Os descontos só foram interrompidos após a Operação Sem Desconto, conduzida pela Polícia Federal em 2025. “Stefanutto questionou a forma de amostragem do nosso relatório e afirmou que avaliaria a viabilidade de nossas recomendações, mas os descontos continuaram até abril de 2025,” explicou a auditora. A maior associação envolvida, a Contag, recebeu aproximadamente R$ 3,4 bilhões nos últimos dez anos. Ao todo, 40 entidades estavam realizando descontos ativos, muitas com irregularidades nos documentos e com associados espalhados por estados diferentes de suas sedes. O senador Carlos Viana destacou que a CPMI será fundamental para responsabilizar os envolvidos e garantir justiça aos beneficiários:

Senador Carlos Viana defende prisão preventiva de investigados em fraudes do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou, na noite de segunda-feira (1), por unanimidade, o pedido de prisão preventiva de investigados citados na Operação Sem Desconto, realizada pela Polícia Federal e pela Controladoria-Geral da União (CGU) em abril deste ano. O requerimento, apresentado pelo relator Alfredo Gaspar (União-AL), obteve 26 votos favoráveis e nenhum contrário. O pedido foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal e à Polícia Federal, dependendo de decisão judicial para efetivar as prisões A terceira reunião da CPMI contou com a presença do advogado Eli Cohen, responsável por informar as autoridades sobre as primeiras fraudes do INSS. Para o presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), o depoimento do advogado foi “exato e preciso”. Cohen detalhou como funcionava o esquema de fraudes, além de relatar ameaças sofridas desde que começou a colaborar com as investigações. Para Viana, a clareza das informações apresentadas reforça a seriedade dos trabalhos da comissão e amplia o peso da decisão de avançar contra os responsáveis. “Esse depoimento mostra que estamos no caminho certo e que a CPMI não será um espaço de proteção, mas de justiça. Avalio como exata e precisa a contribuição do advogado Eli Cohen, e isso dá

Senador Viana: “Fraude no INSS é um ataque aos mais pobres, não haverá blindagem”

A CPMI do INSS, presidida pelo senador Carlos Viana (Podemos-MG), ouviu nesta quinta-feira (28) a primeira testemunha do colegiado: a defensora pública Patrícia Bettin Chaves, coordenadora de Assuntos de Previdência Social da Defensoria Pública da União (DPU). A defensora explicou, com base nos atendimentos da Defensoria,  como funcionava o esquema de fraudes que desviou bilhões de aposentados e pensionistas do INSS entre 2019 e 2024. Segundo ela, o golpe atingia principalmente idosos de baixa renda e moradores de comunidades remotas. Associações e sindicatos falsificavam assinaturas ou utilizavam gravações telefônicas, em alguns casos até com o uso de inteligência artificial, para inscrever milhares de segurados como associados, sem que eles soubessem. Os descontos, que variavam entre R$ 30 e R$ 90, eram feitos automaticamente na folha de pagamento do INSS. “A fraude ultrapassa governos, de direita ou de esquerda. Houve falta de controle, de transparência e de exigência de biometria. Isso foi se aperfeiçoando ao longo do tempo”, afirmou Patrícia Bettin, reforçando que muitos segurados sequer tinham conhecimento dos serviços supostamente contratados. O senador Carlos Viana, que conduziu a sessão, destacou a gravidade das denúncias e reafirmou o compromisso da CPMI em investigar a fundo o esquema que lesou milhões de