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Polícia Federal instala delegacia em Ipatinga

Os moradores de Ipatinga e das cidades do Vale do Aço não vão precisar se deslocarem para Belo Horizonte ou Governador Valadares para fazer passaporte ou utilizarem qualquer serviço da Polícia Federal (PF).  A meu pedido, uma delegacia da PF foi instalada na cidade. Antes de ser inaugurada, a delegacia está funcionando atualmente apenas para testes, no segundo piso do Shopping Vale do Aço. O trabalho para conseguirmos essa reivindicação da população começou em outubro do ano passando. Os delegados da Superintendência da Polícia Federal de Minas Gerais, Cristiano Campideli e Paulo Teixeira me falaram da importância da delegacia para toda a região do Vale do Aço. Agradecimentos Imediatamente após o encontro com os delegados, enviei um ofício para o então ministro da Justiça e Segurança, André Luiz de Alveira Mendonça. Ele se comprometeu a dar sequência aos estudos. Em seguida, visitei o então diretor-geral da Polícia Federal, delegado Paulo Maiurino. Agradeço ao hoje ministro do Supremo Tribunal Federal e ex-ministro da Justiça e Segurança, André Mendonça, que destacou meu empenho para conseguir a delegacia para o Vale do Aço. Verbalizo aqui também meus agradecimentos ao senador e ex-diretor do Senado, Alexandre da Silveira, e ao prefeito de Ipatinga, Gustavo

Contagem de tempo de servidores é devolvida

O Senado aprovou o projeto que devolve aos servidores da saúde e da segurança pública o direito de contar o tempo de serviço durante a pandemia da Covid-19 para ter benefícios como licenças-prêmio, triênios e quinquênios. A contagem desse tempo estava proibida pela Lei Complementar 173/2020, que direcionou recursos federais a estados, Distrito Federal e municípios para o enfrentamento da pandemia. Em troca, União e demais entes federados iriam restringir o crescimento de despesas com pessoal nesse período.

Jogos de azar, não!

Depois de aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto de lei que que legaliza os bingos, os cassinos e os jogos de azar segue para o Senado para ser analisado. Na minha opinião, a matéria não traz nenhum benefício ao País, por isso antecipo aqui o meu voto: sou contra. Ao contrário, podemos enumerar vários problemas que essa liberação pode provocar. A dificuldade de fiscalização de estabelecimentos de jogos de azar é um deles. Reconheço que o governo tem dificuldade de controlar atividades muito mais inofensivas, como vai conseguir fiscalizar um ramo com alto potencial de estimular – e até mesmo fazer proliferar – diversas condutas ilícitas que giram ao redor do jogo. Outro ponto importante a ser destacado é que, em bingos e cassinos, são realizadas vultosas transações em espécie. Por meio de criativos artifícios contábeis, esse volume proporciona enorme facilidade para a lavagem de dinheiro. Para mim, a exploração de jogos de azar não é uma atividade que possa ser avaliada meramente pelo seu potencial econômico ou de criação de empregos. Ainda que o jogo, em si, não possa ser considerado intrinsecamente degradante, ele gera situações difíceis como vícios e compulsão. Desde 1992, o vício em jogos de

Quantas tragédias ainda vamos assistir?

Quantas tragédias ainda vamos assistir? Vira e mexe me faço essa pergunta. No meu ponto de vista, o país precisa, urgentemente, discutir a prevenção de novas tragédias e fazer o planejamento adequado para conviver com os eventos climáticos severos. Mal acabamos de ver o sofrimento da população do Jequitinhonha e Bahia, aconteceu a de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Infelizmente, nossa Zona da Mata também foi muito castigada. Há muito prejuízo. Nas cidades de Cataguases e de Muriaé, e em outras cidades menores, os prefeitos estão enfrentando problemas seríssimos. Comissão temporária Integro a comissão temporária externa do Senado que acompanha o socorro aos moradores de Petrópolis. Eles enfrentam as consequências da maior catástrofe já ocorrida na cidade. Mais de duzentas pessoas morreram nas enchentes e desabamentos. Outras dezenas ainda continuam desaparecidas. Temos que investir na prevenção desses acidentes. Temos radares meteorológicos e tecnologias que podem salvar muitas vidas. Basta que as prefeituras sejam avisadas e amparadas pelo próprio governo dos estados com mais rapidez. Sabemos que é muito importante agir com rapidez após as tragédias para atender à população, mas defendo que devemos priorizar a prevenção e o planejamento contra catástrofes. Presidente, governadores, senadores, deputados (federais e estaduais), prefeitos e

Senado comemora os 70 anos da Rádio Itatiaia

O Plenário do Senado aprovou a realização de uma sessão especial solicitada pela bancada mineira para comemorar os 70 anos de fundação da Rádio Itatiaia. Tenho muito orgulho de ter trabalhado na emissora durante 12 anos, período em que aprendi muito e recebi diariamente o carinho de toda a população de Minas Gerais. Maior rede de emissoras do Estado, a Rede Itatiaia chega atualmente a mais de 800 municípios. É muito justa a homenagem prestada pelo Senado. Aproveito para parabenizar a diretoria e o corpo técnico e administrativo da emissora por se tornar, pela primeira vez, a rádio mais ouvida do Brasil.

Sudene deve ampliar prazo para entrega de documentos

Na última quarta-feira (23/02), me reunir com a diretoria da Sudene e solicitei a ampliação do prazo para entrega dos documentos dos municípios do Vale do Jequitinhonha. Durante a reunião fomos informados que o atraso está no Governo do Estado, porque o Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas Gerais (Idene) ainda não enviou o laudo necessário.

Em defesa e respeito à vida

Nesta terça-feira, no meu passeio matinal pelas redes sociais, observei várias pessoas comemorando a descriminalização do aborto até 24 semanas de gestação aprovada na Colômbia. A decisão foi tomada pela Corte Constitucional do país em votação com maioria simples de 5 a 4. Até então, o Código Penal da Colômbia considerava o aborto legal em três situações: estupro ou incesto, malformação do feto que inviabilizasse sua vida ou risco de vida para a mãe em função da gravidez. Em discurso no plenário do Senado Federal, critiquei essas comemorações. Afirmei taxativamente que, nós, cristãos, 85% da população brasileira, somos contra o aborto. Nós defendemos a vida. Não devemos esquecer que um nascituro de seis meses já tem todo o organismo praticamente formado. O Brasil tem cerca de 340 mil partos prematuros por ano. Desses, cerca de mil são prematuros extremos, ou com menos de seis meses de gestação, que têm 75% de chances de sobrevivência. O prognóstico cientifico é que de 30% a 40% desses bebês sobreviventes se desenvolvem sem grandes problemas de saúde ou deficiências. As estatísticas mostram também que de 20% a 35% dos prematuros nessa situação têm deficiências graves, como paralisia cerebral, deficiência intelectual, cegueira, surdez, ou uma

Nossas grutas e cavernas precisam ser protegidas

Quem conhece a Gruta da Lapinha, em Lagoa Santa, não imagina a cidade sem a sua beleza. Seus labirintos, salões e galerias, como o Véu da Noiva, Cascata de Luz, Salão de das Cortinas, Couve-Flor, Presépio e Sino, nos encantam, contam e guardam a nossa história de milhares e milhares de anos. Estamos atentos e vamos defender as cavidades naturais subterrâneas, como cavernas, grutas e furnas de todo o Brasil de intervenções que possam destruir nosso patrimônio natural e cultural. Recentemente, recebi em audiência o presidente da Sociedade Brasileira de Espeleologia (SBE), Roberto Cassimiro, e os ex-dirigentes da entidade e da União Internacional de Espeleologia (UIS), José Ayrton Labegalini e Nivaldo Colzato. Me mostraram os riscos do Decreto Federal nº 10.935, de 12 de janeiro de 2022. Desenvolvimento sustentável Sempre defendi o desenvolvimento sustentável para o crescimento do nosso país com a geração de empregos e renda. Entretanto, não podemos defender um desenvolvimento que promova a destruição do nosso conhecimento milenar. A SBE já manifestou publicamente a total desaprovação ao dispositivo legal que revogou o Decreto Federal nº 99.556, de 1º de outubro de 1990, que dispõe sobre a proteção das cavidades naturais subterrâneas existentes no território nacional. A instituição acredita que

Somos democráticos

Não admito intolerância em qualquer aspecto, muito menos religiosa. Como cristão, acredito que devemos respeitar toda e qualquer pessoa e crença. Se ela não age como pensamos, devemos nos afastar e não atacar.